quinta-feira, 23 de julho de 2009

para bruno,guerra.

era uma vez o bruno, que dizia : - O amor é uma companhia.era uma vez a carol, que não dizia quase nada.um dia por cisma do destino eles se encontraram e aos poucos descobriram que ter mania era pouco, era tudo, quase tudo igual, exceto que ele era música, ela era cética, cheia de métodos falhos e ele era brisa do mar.Mesmo percebendo, continuaram juntos, sabendo que junto, não é só ficar do lado.e tudo aquilo que eles dividiam, resolveu ser eterno por natureza e toda cisma que ele tinha por ela não ser a mesma, acabou transcendendo e ficando pra láe eles já sabiam que o encontro de uma vida não é aquele que força, mas aquele que flui e a transparência fica impossível de se negar. E OS DOIS LEVARAM A VIDA, DA FORMA MAIS BACANA QUE SE PODIA LEVAR, FICARAM VELHOS , CONTINUARAM JUNTOS E AINDA SÓ FAZEM BRIGAR.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

números.

porque correr atrás das referêcias dos outros, acho pouco.

15.900 (número de vezes que seu nome é citado na internet)
100.00 (aproximado número de pelos da sua barba)
2 (vezes que eu te olhei nos olhos)
0 (vezes que eu te olhei nos olhos e vc sabia)

pra sempre : é o limite de tempo que eu vou manter paixões platônicas com homens fantásticos e altamente inalcançáveis, só pra acabar com u pouco do tédio do meu mundo prático.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

depressão pós leitura do cápítulo ilhéus do livro mutações da liv ullman.

a relação do obscessor é sempre mais interessante que a do objeto de desejo, este, só tem como incumbência existir, parte esta muito chata, ao outro cabe a invenção da existência. Eu penso em qual das categorias transitamos nesse exato momento.

e a casa está tão tranquila,
uma paz de sanatório
aquela que tensa, pelo simples fato de se dar
e que a qualquer momento pode ser perturbada
o teu silêncio tem a potência da faca na mão
de um maníaco
a qualquer momento posso ser atingida
mas não fujo,
permaneço estática.

Sou eu, dizendo Olá!